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Temporal e frente fria: as 48 horas que o comércio local não pode perder

Enquanto você lê isso, uma das buscas que mais cresce no Google no Brasil não é jogo nem novela: é “clima para amanhã”. Ciclone se formando no Sul, temporal, frente fria avançando pelo país. Quando o tempo vira assunto, o comportamento de compra vira junto. E dura pouco: a janela é de mais ou menos 48 horas.

Já falamos aqui que o clima muda o que o seu cliente procura. Este post é a parte prática: o que fazer nas horas em que isso está acontecendo.

24 horas antes: o cliente já está pesquisando

O pico de busca não é durante o temporal, é na véspera. É quando a pessoa procura guarda-chuva, capa de chuva, lona, calafetação, agasalho. E é quando ela decide se vai sair de casa no dia seguinte ou não.

Se o seu produto entra nessa lista, o dia de aparecer é esse, não o seguinte. Um post na ficha do Google e uma mensagem para a base resolvem a maior parte, e custam zero.

Durante: ele não sai de casa, mas continua comprando

Esse é o erro mais caro do dia de chuva: pausar tudo achando que “ninguém vai comprar hoje”. Vai sim, só que de outro jeito. Cai movimento de rua e sobe delivery, entrega, atendimento por WhatsApp, agendamento para depois.

Não corte a verba, troque a mensagem. “Venha nos visitar” não funciona debaixo de temporal. “A gente leva até você hoje” funciona. É o mesmo negócio, o mesmo orçamento, e uma frase diferente.

O detalhe que estraga tudo: prometer o que o tempo não deixa cumprir

Esse ponto vale mais que qualquer tática. Se a chuva vai atrasar sua entrega, avise antes, no anúncio e no WhatsApp. Um anúncio prometendo “entrega em 30 minutos” no meio de um temporal gera pedido atrasado, cliente irritado e avaliação de uma estrela que fica no seu Google por anos.

Prazo realista dito na hora certa custa uma venda hoje. Prazo furado custa a reputação que você levou anos para construir. E, em temporal de verdade, tem uma coisa acima disso: não coloque a sua equipe na rua em condição perigosa para cumprir um anúncio. Nenhuma entrega vale isso.

Depois: a segunda onda é de conserto

Passou o temporal, começa a outra janela, e ela costuma ser maior que a primeira. Sobem as buscas por conserto de goteira, telhado, eletricista, guincho, limpeza, desentupimento, funilaria. Quem trabalha com isso tem dois ou três dias de demanda concentrada.

Se esse é o seu ramo, o preparo é simples e precisa estar pronto antes: ficha do Google com horário certo e telefone que atende, campanha ligada na sua região, e alguém disponível para responder. Nessa janela quase ninguém pesquisa três orçamentos, contrata quem responde primeiro. Se você ainda não tem a base montada, comece por deixar sua ficha do Google redonda.

Não precisa prever o tempo, precisa estar pronto

A diferença entre quem aproveita e quem assiste não é acompanhar a meteorologia. É ter a mensagem alternativa já escrita na gaveta, a arte de “hoje a gente leva até você” já pronta e a ficha do Google em ordem. Aí a virada do tempo leva minutos para virar anúncio no ar, em vez de virar uma reunião na quinta-feira sobre o que fazer na chuva de terça.


Quer que seu negócio reaja a chuva, frio e feriado sem depender de você lembrar na hora? É exatamente isso que a 2B faz no dia a dia dos clientes. Fale no WhatsApp ou faça o Raio-X gratuito do seu Google.